Nota #2 [06/08/2016] (MT)

Tínhamos um imenso elefante em nosso “coletivo” de cristais.  Enfrentar as questões de gênero sem recair nos axiomas prontos das identidades de gênero inscritas nos discursos pós-modernos é uma tarefa árdua. Como estimular a inserção, permanência e participação qualitativa feminina em nosso coletivo, sem realizar a protocolar cessão de espaço via “cotas” que não tem manifestado resultado e parecer reforçar ainda mais o papel de coadjuvante destinado às mulheres no politico?

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