NOTA #3 (25/04/17) PR

Aqui vai então uma descrição da outra proposta (com imagem!)

A outra proposta é menos ambiciosa. Ela versa exclusivamente sobre o que chamei de SRR: subconjuntos regionais remunerados. Ou seja, aqueles subconjuntos que recebem grana e são formados por membros de diversas células. Se o subconjunto só tem gente de SP, então, a princípio, daria pra resolver isso pela própria célula de SP, não precisaria haver uma decisão regional sobre a grana. O que não impede um repasse para o fundo regional, mas não é necessário deliberar nada nessa esfera. Nosso problema todo é a questão: como deliberar sobre um recurso financeiro que chegou no CEII através da “sinergia” regional?

A proposta aqui seria a seguinte: quando criamos um SRR (como é o curso EAD do Zizek), a gente leva na regional – ou aqui no face – e pré-aprova o custo fixo do subconjunto. Isso é: quanto vamos gastar com propaganda, material, espaço E mão de obra. Na proposta que estou fazendo, não há critério universal para avaliar quanto vale a mão de obra: cada subconjunto vai definir quanto é esse custo de acordo com as necessidades de seus participantes. Por exemplo: nem Carlos, nem Zé nem eu pedimos remuneração pelo trabalho no curso EAD – o Alex disse que precisaria de uma ajuda de custo. A gente vai calcular isso em cima das possibilidades reais de nossa receita, e incluir nos custos do projeto. Pois bem, subtraído o custo, sobra um excedente. É o destino desse excedente que é a questão.

Nesta proposta, ele vai para um fundo regional comum, juntamente com outras possíveis fontes de repasse (não existem outras hoje em dia, mas células poderiam repassar grana pra esse fundo, subconjuntos locais remunerados, SLRs, isso é, subconjuntos remunerados compostos por membros de uma só célula, também poderiam).

Esse fundo então fica aberto para pedidos vindos tanto de células quanto de outros subconjuntos, para usar a grana: células podem precisar de uma ajuda pra pagar seus SGs por um período, subconjuntos precisam de grana pra lançar revista/pagar impressão de livro/pagar inscrição de membros em eventos/ organizar congresso e pagar passagens, etc. Tudo isso seria trazido por escrito para a Regional, onde a gente, por uma lista de prioridades, decide como distribuir a grana entre essas demandas (quais atender, quais que não dá pra atender, etc). Seria uma chance de finalmente termos um fórum concreto onde discutimos a vida econômica das células e dos nossos projetos. Aí a grana vai para essas diferentes frentes, com o compromisso de comprovarem depois o gasto.

A vantagem desse modelo é que ele é flexível o suficiente para atender necessidades tanto de células quanto subconjuntos, ele é focado para resolver nosso problema atual (os SRR) e não exclui outras soluções paralelas: poderiamos, se tivéssemos grana o suficiente para haverem repasses mensais fixos, criar ajudas fixas para as células.. mas isso não é realidade, não tem sentido hoje a gente falar nisso. Sem falar que permanece sendo uma proposta nossa que haja arrecadação local também, né? Não queremos que os SGs sejam pagos diretamente pelo fundo regional.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *