NOTA #1 [04/07/2017] (RJ I)

O texto sobre a tragédia da esquerda do 073,e a resposta do 031, foram textos maneiro, mas um detalhe na resposta me lembrou uma questão que já me incomoda a um tempo. Essa parte:

“por baixo do debate sobre “reforma ou revolução” – em que essas duas se degladiam eternamente – reconhece a recusa, comum a ambas, de pensar uma política que não dependa de uma força cega de normativização e uniformização das culturas e dos corpos. E enquanto existe esse ponto cego comum, a esquerda fragmentária encontra ali o seu objeto de crítica e seu lugar.”

Isso explica o lugar do discurso, chamado pelo texto também de anti normativo, pós-moderno na esquerda. Mas acho que é claro que esse é um dos discursos com mais força também fora da esquerda, e a minha é de onde vem essa força?

 

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